DestaqueGoiâniaGoiásNotíciasSaúde

Silicone pela axila, aréola ou sulco da mama: qual técnica deixa a cicatriz menos aparente?

A localização da cicatriz é uma das principais preocupações das mulheres que desejam realizar a cirurgia de aumento das mamas. Muitas pacientes chegam ao consultório acreditando que existe uma única técnica capaz de oferecer o melhor resultado estético, mas a realidade é diferente. A escolha da via de acesso deve levar em consideração diversos fatores anatômicos e cirúrgicos para que a prótese seja posicionada com segurança e proporcione um resultado harmonioso.

Segundo Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia, não existe uma incisão considerada ideal para todas as pacientes. Cada técnica possui indicações específicas, vantagens e limitações que precisam ser avaliadas individualmente durante o planejamento da cirurgia.

Atualmente, as vias mais utilizadas são a incisão pelo sulco inframamário, pela aréola e pela axila. Embora todas tenham como objetivo permitir a colocação da prótese de silicone, cada uma apresenta características próprias que podem influenciar tanto o procedimento quanto a localização da cicatriz.

A incisão realizada no sulco inframamário é hoje uma das abordagens mais empregadas pelos cirurgiões plásticos. O corte é feito na dobra natural localizada abaixo da mama, permitindo acesso direto ao local onde será criada a loja para acomodar o implante.

Essa ampla visualização facilita a realização da cirurgia e possibilita maior precisão no posicionamento da prótese. Além disso, como há menor manipulação da glândula mamária, a técnica tende a preservar melhor os ductos mamários e outras estruturas importantes.

Outro benefício é que, após a recuperação, a cicatriz costuma permanecer escondida pela própria mama. Em muitas pacientes, ela se torna pouco perceptível com o passar dos meses, principalmente quando ocorre boa cicatrização e são seguidas corretamente as orientações médicas.

Outra alternativa é a via periareolar. Nesse caso, a incisão acompanha a borda inferior da aréola, aproveitando a diferença natural de pigmentação entre a aréola e a pele da mama. Essa característica contribui para que a cicatriz fique discretamente camuflada após a cicatrização.

A técnica costuma ser indicada para mulheres que apresentam aréolas com diâmetro suficiente para permitir a passagem da prótese sem comprometer os tecidos. Também pode ser uma excelente opção quando a cirurgia de aumento será associada à mastopexia, procedimento utilizado para corrigir a flacidez mamária e reposicionar a aréola.

Embora a maioria das pacientes mantenha a capacidade de amamentar normalmente, alterações temporárias de sensibilidade podem ocorrer durante o período de recuperação. Essas possibilidades fazem parte da avaliação realizada antes da cirurgia e são discutidas individualmente com cada paciente.

A terceira opção é a via axilar. Nesse método, a incisão é realizada em uma das pregas naturais da axila, evitando cicatrizes diretamente sobre as mamas.

Essa característica costuma agradar mulheres que desejam preservar completamente a superfície mamária. No entanto, trata-se de uma técnica que exige maior experiência do cirurgião, já que o acesso até a mama ocorre por um trajeto mais longo.

Dependendo da anatomia da paciente, do tamanho do implante e da necessidade de ajustes durante a cirurgia, essa via pode não ser a alternativa mais indicada. Por isso, a decisão deve sempre considerar critérios técnicos e não apenas a preferência pela localização da cicatriz.

Outro aspecto importante é compreender que a aparência final da cicatriz depende de diversos fatores além da técnica utilizada. Características individuais de cicatrização, predisposição genética, qualidade da pele, exposição solar precoce, tabagismo e cuidados no pós-operatório influenciam diretamente a evolução do processo cicatricial.

Por esse motivo, duas pacientes submetidas exatamente ao mesmo procedimento podem apresentar resultados diferentes em relação à cicatriz.

Durante a consulta, o cirurgião realiza uma análise completa da anatomia das mamas, avalia a elasticidade da pele, o volume glandular, o formato do tórax e as expectativas da paciente. Somente após essa avaliação é possível indicar a via de acesso que oferece o melhor equilíbrio entre segurança, previsibilidade cirúrgica e resultado estético.

Para Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia, o sucesso da mamoplastia de aumento não depende apenas da escolha da prótese. Um planejamento individualizado, aliado à definição correta da incisão e à execução cuidadosa da técnica cirúrgica, é fundamental para proporcionar um resultado natural, proporcional ao corpo da paciente e com cicatrizes cada vez mais discretas ao longo do tempo.

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia

Atendimento: Ed. Aton Business Style, St. Oeste, Goiânia, Sala 97B

Agende sua consulta: (62) 98150-6184

Acompanhe: @drpauloegermano

Dr. Paulo Germano Cirurgião Plástico Goiânia

Dr. Paulo Germano | Cirurgião Plástico em Goiânia | Atendimento: Ed. Aton Business Style, St. Oeste, Goiânia , Sala 97B | Contato: (62) 98150-6184

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Botão Voltar ao topo