Uma das complicações mais importantes da prótese total do joelho é a infecção periprotética.
Muitos pacientes chamam esse problema de “rejeição”, mas os dois conceitos não são iguais.
Reações de hipersensibilidade aos componentes da prótese existem, porém são consideradas incomuns.
Já na infecção, bactérias ou outros microrganismos conseguem atingir os tecidos próximos ao implante.
Um dos principais desafios ocorre quando esses microrganismos aderem à superfície da prótese e formam uma estrutura chamada biofilme.
Essa camada dificulta a ação do sistema imunológico e pode reduzir a eficácia do tratamento apenas com antibióticos.
Por isso, dependendo da situação, uma cirurgia pode ser necessária.
Em determinados casos é realizada uma limpeza cirúrgica com preservação dos componentes. Em situações mais complexas, pode ser necessária a retirada da prótese, tratamento da infecção e posteriormente a implantação de novos componentes.
Sinais que precisam de atenção incluem:
• piora inesperada da dor;
• inchaço;
• calor;
• vermelhidão;
• secreção na cicatriz;
• febre;
• aumento da rigidez;
• dificuldade de cicatrização.
O tratamento varia conforme o tempo de evolução, o tipo de bactéria, a condição da prótese e as características clínicas do paciente.
Por isso, suspeitas de infecção devem ser avaliadas individualmente.
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