A regulamentação do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) representa um avanço importante para a ortopedia. O tratamento passa a ter critérios mais definidos para sua utilização, oferecendo uma alternativa complementar em casos específicos.
O PRP é produzido a partir do sangue do próprio paciente. Após a coleta, o material é centrifugado para concentrar as plaquetas, que liberam proteínas e fatores biológicos envolvidos na resposta natural de reparação dos tecidos.
Segundo Dr. Mauro Júnior, ortopedista especialista em cirurgia de joelho em Goiânia, a indicação deve ser baseada no diagnóstico, no estágio da doença e nas características individuais de cada paciente.
A decisão nunca deve ser tomada apenas pela disponibilidade do procedimento, mas pela real possibilidade de benefício clínico.




